Em 2009, inove.
Inove seu corpo, inove sua alma, inove suas paixões, seus conceitos.
Tenha mais paciência mas não deixe de fazer para esperar, isso sempre gera arrepoendimentos.
Use e abuse da vida, sem contar com o dia de amanhã.
Em 2009, faça tudo o que você não teve coragem em 2008. Diga tudo que na hora não disse.
Faça tudo diferente.
Lave sua alma, lave seu corpo e se prepare pra um ano repleto de coisas novas e diferentes, de coisas iguais e monótonas, guerras e sangue, drogas e aprendizado.
Como no ano passado, cuidado com as balas perdidas, não aceite bebidas de estranhos, não beba demais e se beber, nao dirija... enfim, há coisas que não mudam.
Tete não empurrar tudo com a barriga, como nos ultimos anos... e nao deixe pra fazer depois o que vc pode fazer agora. Pense que se vc nao fez isso ano passado, foi mais um ano perdido.
Enfim, as vezes eu ainda tenho esperança.
Então... FELIZ 2000INOVE!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Geração Benflogin
Uhh!e Maconha? Que nada! Agora a moda é tomar benflogin. pros que começam, 7 de uma vez você ja consegue ver a luz e a poarede derretendo. 1 cartelinha já faz voce bater altos papos interessantissimos com os objetos do seu quarto. Largaram a cocaína, a herína, o LSD, a bala.. enfim!
Parece que cada vez mais, tanto os jovens quanto qualquer outro alguém, precisa mesmo sair da realidade de qualquer jeito pra se sentir inteiro. O que é que tá acontecendo com a gente? Será que é pura diversão ou alguma coisa mais séria?
Ah, vamos tomar coca-cola, porra!
:)
Parece que cada vez mais, tanto os jovens quanto qualquer outro alguém, precisa mesmo sair da realidade de qualquer jeito pra se sentir inteiro. O que é que tá acontecendo com a gente? Será que é pura diversão ou alguma coisa mais séria?
Ah, vamos tomar coca-cola, porra!
:)
domingo, 28 de dezembro de 2008
Espelho
Abro a porta do quarto, assim, la pelas 4 da madrugada.
Tudo escuro, as luzes apagadas. Meus olhos cegos por um instante, nitidizando objetos apenas com a luz forte da lua que entra pela janela do meu quarto. Ando em direcao aquele grande vidro espelhado. Sei que ele e o espelho da alma, e ja sabemos o que nele esta contido.
Vejo os tracos familiares de alguem que e semelhante a mim. Temo, por talvez pensar que divido minha alma com ele. O 'eu' atras do espelho. Tracejo devagar, com a ponta dos dedos, as curvas desse tal individuo em um plano liso e, ao mesmo tempo, tracejo com a outra mao, os tracos curvos de um plano modelado. Temo denovo, por saber que os tracos sao identicos e totalmente diferentes. E se sou eu, aquele do outro lado? E se aquele do outro lado for um corpo com alma e eu, apenas um reflexo? Novamente temo.
Eh como olhar a tua frente, um prisma de varias faces e cores, eh como enxergar a tua alma expandida, cheia de carisma. Mas ainda sim, eh um enigma.
E uma obra reveladora, talvez. Mesmo que ainda queira permanecer contida, eh uma (outra) vida cheia de intrigas e misterios... Mas querendo-me manter viva, nao pretendo decifrar o que me abisma.
Tudo escuro, as luzes apagadas. Meus olhos cegos por um instante, nitidizando objetos apenas com a luz forte da lua que entra pela janela do meu quarto. Ando em direcao aquele grande vidro espelhado. Sei que ele e o espelho da alma, e ja sabemos o que nele esta contido.
Vejo os tracos familiares de alguem que e semelhante a mim. Temo, por talvez pensar que divido minha alma com ele. O 'eu' atras do espelho. Tracejo devagar, com a ponta dos dedos, as curvas desse tal individuo em um plano liso e, ao mesmo tempo, tracejo com a outra mao, os tracos curvos de um plano modelado. Temo denovo, por saber que os tracos sao identicos e totalmente diferentes. E se sou eu, aquele do outro lado? E se aquele do outro lado for um corpo com alma e eu, apenas um reflexo? Novamente temo.
Eh como olhar a tua frente, um prisma de varias faces e cores, eh como enxergar a tua alma expandida, cheia de carisma. Mas ainda sim, eh um enigma.
E uma obra reveladora, talvez. Mesmo que ainda queira permanecer contida, eh uma (outra) vida cheia de intrigas e misterios... Mas querendo-me manter viva, nao pretendo decifrar o que me abisma.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Hedonista
Sempre em busca, corpo por corpo.
Sinto o curioso cheiro do seu silencioso suspiro que nao para, nao para. Vai e vem, vai e vem e me deixa louca! As cores se confundem na minha cabeca e eu nao consigo parar. Sempre em busca e quase chegando, eu nao podia parar.
Seus labios molhados tocando os meus, sua pele gritando suor, se secando na minha. Pareciam ser os melhores segundos da minha vida! Cada ponto, cada segundo mais forte, cada toque. Era como se eu nao parasse de buscar, sempre mais e mais e mais!
os prazeres se mostravam nitidos em forma de gritos e tremores, em forma de acao, em forma de respiracao forte. Unhas enterradas na carne, na sua pele, nas tuas costas. E era tudo essa sensacao de liberdade. No final, por 15 segundos, em plena chuva, forte e fria que tocava nossa pele e desmanchava meus cabelos. Aquela chuva que banhou nossa alma e revitalizou-nos como se tivessemos nascido denovo. Eramos outros, mas ainda nao paravamos de buscar o prazer. Ainda nao haviamos chegado no ponto, no perfeito.
Essa busca ainda passara por muitos suspiros de calor de um vai e vem sem fim. O vai e vem de uma rede, uma cama, um chao.... nao importa...
Sinto o curioso cheiro do seu silencioso suspiro que nao para, nao para. Vai e vem, vai e vem e me deixa louca! As cores se confundem na minha cabeca e eu nao consigo parar. Sempre em busca e quase chegando, eu nao podia parar.
Seus labios molhados tocando os meus, sua pele gritando suor, se secando na minha. Pareciam ser os melhores segundos da minha vida! Cada ponto, cada segundo mais forte, cada toque. Era como se eu nao parasse de buscar, sempre mais e mais e mais!
os prazeres se mostravam nitidos em forma de gritos e tremores, em forma de acao, em forma de respiracao forte. Unhas enterradas na carne, na sua pele, nas tuas costas. E era tudo essa sensacao de liberdade. No final, por 15 segundos, em plena chuva, forte e fria que tocava nossa pele e desmanchava meus cabelos. Aquela chuva que banhou nossa alma e revitalizou-nos como se tivessemos nascido denovo. Eramos outros, mas ainda nao paravamos de buscar o prazer. Ainda nao haviamos chegado no ponto, no perfeito.
Essa busca ainda passara por muitos suspiros de calor de um vai e vem sem fim. O vai e vem de uma rede, uma cama, um chao.... nao importa...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Por alguns insistentes momentos
Um sol que mais parece tempestade
Um som que me lembra explosao
As luzes que parecem cegar
O ar que parece nao exsitir.
O tempo que parece nao passar
O calor que parece matar!
O unico e sobrio vacuo
O primeiro que parece o ultimo
O vidro que insiste em cortar
E o corte que parece nao curar.
A historia que morreu sem ser contada
A vida que passou e nao viveu
A droga que matou e nao morreu
Vazio que parece vazio
e que realmente é.
E ate hoje eu espero minha overdose de voce.
Um som que me lembra explosao
As luzes que parecem cegar
O ar que parece nao exsitir.
O tempo que parece nao passar
O calor que parece matar!
O unico e sobrio vacuo
O primeiro que parece o ultimo
O vidro que insiste em cortar
E o corte que parece nao curar.
A historia que morreu sem ser contada
A vida que passou e nao viveu
A droga que matou e nao morreu
Vazio que parece vazio
e que realmente é.
E ate hoje eu espero minha overdose de voce.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Cada um
Os índios das belas matas verdes,
As caravelas de Cabral,
As escrituras de Vas de Caminha
Todos teriam lugar ali.
A Cachça na esquina,
O bebado e o equilibrsta,
As rosas de Cartola
Todos teriam lugar ali.
As guitarras confusas de Hendrix,
Com a voz rasgada da Janis,
E um pouco de intorpecentes
Tambem teriam luga ali.
A terra seca do Sertao,
E a chuva traiçoeira do porão,
Sem teto, sem parede ou chão
Ali eles teiam lugar.
Para os poetas descansados de veludo,
Pra poesia recitada por um mudo,
E as cordas arrebentadas de um musico
Encontrariamos um lugar ali.
Tudo teria lugar.
Tudo lá teria vida.
Toda vida em um segundo,
E abrigariamos o mundo.
As caravelas de Cabral,
As escrituras de Vas de Caminha
Todos teriam lugar ali.
A Cachça na esquina,
O bebado e o equilibrsta,
As rosas de Cartola
Todos teriam lugar ali.
As guitarras confusas de Hendrix,
Com a voz rasgada da Janis,
E um pouco de intorpecentes
Tambem teriam luga ali.
A terra seca do Sertao,
E a chuva traiçoeira do porão,
Sem teto, sem parede ou chão
Ali eles teiam lugar.
Para os poetas descansados de veludo,
Pra poesia recitada por um mudo,
E as cordas arrebentadas de um musico
Encontrariamos um lugar ali.
Tudo teria lugar.
Tudo lá teria vida.
Toda vida em um segundo,
E abrigariamos o mundo.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
7 vezes escrevi teu nome, num mundo assim BEM grande
Andando por essa chuva, por essas ruas alagadas de desejos,
Eu esbarro em voce a cada esquina.
Cada gota de chuva que toca minha pele... e como se eu sentisse o mesmo quando eu te beijo.
E mais do que ver, eu sinto e respiro voce.
Voce me traz vida mesmo quando eu acho tudo sem graca.
Seu beijo, seus olhares e seu toque...
E eu realmente sinto que de alguma maneira, o que nos junta esta mais alem do que a imensidao do infinito.
Voce e a musica dentro de mim. Voce e a melodia surda das notas mudas que cantam alto dentro da minha cabeca. Mas so eu ouco... e ouco, e vivo e sinto.
Eu nao sei qual parte da nossa vida ainda nos une
E nao sei ate quando eu vou viver voce,
Mas pra qualquer lado que nossos destinos resolvam seguir
Tenho certeza que um pedaco seu vai ficar sempre em mim.
Por que tem coisas que tempo nenhum consegue apagar.
E se for o caso, eu peco pro tempo esperar ou se atrasar
Pra que va e esqueca de passar por nos.
Tem muito mais segredos nas suas caras e bocas, nos seus olhares... Mas ainda temos a vida toda.
Eu esbarro em voce a cada esquina.
Cada gota de chuva que toca minha pele... e como se eu sentisse o mesmo quando eu te beijo.
E mais do que ver, eu sinto e respiro voce.
Voce me traz vida mesmo quando eu acho tudo sem graca.
Seu beijo, seus olhares e seu toque...
E eu realmente sinto que de alguma maneira, o que nos junta esta mais alem do que a imensidao do infinito.
Voce e a musica dentro de mim. Voce e a melodia surda das notas mudas que cantam alto dentro da minha cabeca. Mas so eu ouco... e ouco, e vivo e sinto.
Eu nao sei qual parte da nossa vida ainda nos une
E nao sei ate quando eu vou viver voce,
Mas pra qualquer lado que nossos destinos resolvam seguir
Tenho certeza que um pedaco seu vai ficar sempre em mim.
Por que tem coisas que tempo nenhum consegue apagar.
E se for o caso, eu peco pro tempo esperar ou se atrasar
Pra que va e esqueca de passar por nos.
Tem muito mais segredos nas suas caras e bocas, nos seus olhares... Mas ainda temos a vida toda.
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